Ping Pong vai pelo caminho certo ao não tentar exagerar no que já funciona sozinho. Tênis de mesa já nasce com troca rápida, ângulo curto e margem pequena para controlar o ponto, então o jogo depende mais de tempo e colocação do que de sistema extra. Quando isso entra no eixo, a partida fica muito boa porque cada devolução parece ter intenção real.
O mais interessante é a possibilidade de variar velocidade e direção. Em vez de apenas rebater por instinto, você passa a moldar a disputa. Uma bola mais controlada pode abrir muito mais espaço do que uma tentativa apressada de bater forte. É aí que a partida começa a parecer sua, e não só uma sequência automática de respostas.
Para quem gosta de esporte rápido e objetivo, ele funciona muito bem. A diversão está em tomar conta do rally aos poucos, até que o ponto comece a andar no seu ritmo e o adversário tenha que reagir ao seu jogo.
Preste atenção ao tempo da bola antes de tentar acelerar a disputa à força.
A capacidade de mudar o ritmo e a direção do rally em vez de só rebater no automático.
Reflexo conta, mas a colocação da bola tem peso grande no ponto.
Nem sempre. Muitas vezes controlar a troca abre uma chance melhor depois.
Sim, principalmente para quem gosta de esportes rápidos baseados em toque e tempo.